Mulheres Vencedoras – Mega Moda

Publicado em às 20h40

Conheça a história de mulheres que cresceram junto com o Mega Moda e são vencedoras!

Márcia – Empreendedora da loja Barbarella

  • O que você fazia antes de ser lojista do Mega Moda?

Comecei dando aula para adolescentes em uma escola e depois fui para os Estados Unidos. Morei lá durante 15 anos, e lá me formei em estética e trabalhei em um SPA.

  • Você já conhecia o Mega Moda antes de ser lojista? Conte como foi seu primeiro contato com o Mega Moda.

Depois voltei para o Brasil. Meu filho estava se formando em administração de empresas, mas não estava contente. Ele tinha uns amigos que tinham lojas na Via Contorno e com o seguro- desemprego resolvi abrir uma lojinha.
Então abrimos uma lojinha muito simples com mercadoria inferior e barata.
Depois nasceu o Mega Moda. Alugamos uma banca no térreo, e tudo foi indo devagar.
A minha filha já trabalhava com moda, então ela ajudou a estruturar a loja. Depois surgiu a oportunidade de comprar uma loja, quando foi construída a expansão. Nós vendíamos pouco na banca, mas quisemos investir na nova loja. No primeiro mês de vendas da loja nós já triplicamos as vendas. Daí a gente começou a entender esse mercado, porque até então a gente estava naquele mundinho pequeno, a gente não entendia.
Depois abrimos outra loja maior, e a demanda foi crescendo, até que surgiu a necessidade de fazer marketing e traçarmos um plano de negócios.

  • Qual foi o momento mais desafiador da sua trajetória empreendedora?

Foi sair do aluguel de uma banca e investir em duas lojas, pois sabíamos da necessidade de criar uma marca, trabalhar com coleção e mão de obra.

  • Você se sente uma mulher vencedora. Por quê?

Sim, por vários motivos. Tudo que nós passamos como desafio, quando você faz acontecer, você se sente realizada.

  • Como você se vê hoje, depois de passar por tudo e chegar até aqui?

Eu gosto muito do que eu faço, adoro trabalhar com moda, mas acho que ainda estou na metade do caminho.

  • Quais são os seus planos a médio e longo prazo?

Abriremos mais lojas, e uma das coisas que vamos fazer no futuro, é nos firmar como uma marca de destaque. Ter competitividade. Uma marca também que atinja um publico especifico. Ter uma roupa boa, que possa competir com roupas de marca, porém com preço acessível.

  •  Ser mulher fez a diferença na sua trajetória?

De um modo geral, ser mulher é difícil em todas as situações. Não tive dificuldade por ser mulher. Nada que tenha me atingido diretamente. A mulher tem que lutar mais do que homem. Cuidar do seu negócio, cuidar da sua casa, do marido e das crianças em uma sociedade machista.

Meire Moraes – Empreendedora da loja Meire Moraes

  • O que você fazia antes de ser lojista do Mega Moda?

Eu era sacoleira, vendia sapatos na rua. Eu comprava sapato no Mega Moda e revendia.

  • Você já conhecia o Mega Moda antes de ser lojista? Conte como foi seu primeiro contato com o Mega Moda.

Conheci através de uma amiga. Ela me convidou pra vir até aqui para olhar umas roupas e comprar. Eu vinha comprar para uso pessoal, vi a oportunidade e comecei a comprar calçados para revender.

  • Qual foi o momento mais desafiador da sua trajetória empreendedora?

Foi fabricar. Tenho uma fábrica e eu que fabrico os calçados. Sempre pesquiso em grandes marcas como Chris Louboutin, Alexandre Birman, que são referências do mundo calçadista. Eu e minha filha nos inspiramos nas grandes marcas, fazemos algumas alterações e nós que desenhamos e passamos para a parte de produção.

  • Você se sente uma mulher vencedora. Por quê?

Me sinto. Foi com muita luta, muita dificuldade, mas me sinto sim. Os obstáculos eu fui ultrapassando, não fui deixando eles me barrarem. E eu me sinto bem vitoriosa.

  • Como você se vê hoje, depois de passar por tudo e chegar até aqui?

Eu me vejo com muita fé em Deus, Deus à frente de tudo que eu faço, e me sinto muito feliz e gratificada por tudo isso.

  • Quais são os seus planos a médio e longo prazo?

A minha expectativa é montar franquias e pretendo também montar mais lojas aqui na região.

  • Ser mulher fez a diferença na sua trajetória?

Nós mulheres estamos sendo mais aceitas, talvez porque somos mais flexíveis.

Maria Bastos – Empreendedora da loja Maria Bastos

  • O que você fazia antes de ser lojista do Mega Moda?

Eu já trabalhava no mesmo segmento, porém, no ramo de varejo. Eu fabricava e trabalhei durante 12 anos. Depois que eu descobri a questão do atacado, comecei a pesquisar sobre o comercio de atacado, fui pra São Paulo, fiz curso e comecei a investir no segmento de atacado, e estou gostando muito, é um mercado muito promissor. Goiânia está sendo considerada hoje o maior polo industrial do país, e, neste cenário, o Mega Moda é o maior shopping, com uma estrutura maravilhosa, com toda a segurança para os nossos clientes. O nosso diferencial é que a gente consegue trazer ao cliente uma moda muito interessante no sentido de pesquisa com peças exclusivas, pois somos nós mesmos que fabricamos, e tentamos fugir da mesmice da China. Eu acho que isso agrada muito aos nossos clientes, por ser uma mercadoria de altíssima qualidade e diferenciada.

  • Você já conhecia o Mega Moda antes de ser lojista? Conte como foi seu primeiro contato com o Mega Moda.

Na realidade, eu não conhecia essa região. Ouvia falar sempre da região da 44, daí eu quis conhecer um local que tivesse uma estrutura boa para montar uma loja. Isso aconteceu praticamente no início da construção do shopping. O shopping era recém-inaugurado quando eu conheci, e fiz o primeiro investimento numa loja. Deu tão certo essa receptividade do atacado, gostei tanto da estrutura do shopping, que consegui investir em mais duas lojas. Então tenho 3 lojas aqui, e realmente estou muito feliz.

  • Qual foi o momento mais desafiador da sua trajetória empreendedora?

Foi a dificuldade que eu tive em fazer quantidade de peças. Perdi muitas vendas porque não tinha estrutura de quantidade. O atacado funciona dessa forma né, temos que ter quantidade e variedade, como eu só fazia varejo, foi um desafio muito grande, e eu tive que montar uma equipe. Goiânia trabalha muito com mão de obra em malha, e como eu trabalho com tecido plano, tive que procurar qualificação no interior, em cidades próximas à Goiânia, e hoje a gente está com uma equipe que trabalha já com a Maria Bastos há 6 anos, desde que começamos. Esse foi o maior desafio, de saber colocar um estoque em dia para não perder vendas.

  • Você se sente uma mulher vencedora. Por quê?

Sim, muito, porque amo o que eu faço. É uma frase que eu falo muito para pessoas que querem investir, fazer do seu trabalho um lazer remunerado. Quando você coloca amor, quando você gosta, tudo flui. Tudo dá certo. Me sinto muito realizada.

  • Como você se vê hoje depois de passar por tudo e chegar até aqui?

Vencedora é a palavra. Perseverança, determinação. Me sinto uma mulher completa, aprendendo com os obstáculos e desafios e acho que a palavra que encaixaria é vencedora, com certeza.

  • Quais são os seus planos a médio e longo prazo?

Ampliar o negócio, fazer um trabalho bacana em marketing pra poder fazer uma divulgação a nível Brasil, mas talvez, até fora do pais, com um conteúdo bacana, fazendo ate exportação.
Isso é uma estrutura a ser estudada, mas pretendo investir mais na área de marketing.

  • Ser mulher fez a diferença na sua trajetória?

Com certeza, acredito que as mulheres hoje ganharam espaço maravilhoso no mercado em praticamente todas as áreas, e por eu trabalhar com moda feminina, trabalhar com a vaidade feminina, ajuda muito. A minha maior satisfação é levantar a autoestima das minhas clientes, as clientes estão comprando, estão felizes e comprando uma mercadoria que vende bem, dá conforto … eu me sinto muito feliz.